Vozes conduzem teus beijos ao vácuo
Amores resplandescentes brotam...
Tua covardia o ceifa!
Teu dissimulado desprezo o faz murchar!
Abraço as constelações, beijo Vênus,
Sigo volitando a esmo...
Quando deprendo-me do medo...
Tu colherás dois, três corações!
Estamos colhendo sangue!
Eu...Quem?
Transplante!
Respeito que o emacula,
É a minha ferida finda que não tem cura.
Deixo-lhe toda a culpa!
Tu eres o culpado!
A culpa é tua! Tua culpa!
Culpado!
Por não colher o cupido...
Soluce, balbucie, mas não cuspa!
Amores resplandescentes brotam...
Tua covardia o ceifa!
Teu dissimulado desprezo o faz murchar!
Abraço as constelações, beijo Vênus,
Sigo volitando a esmo...
Quando deprendo-me do medo...
Tu colherás dois, três corações!
Estamos colhendo sangue!
Eu...Quem?
Transplante!
Respeito que o emacula,
É a minha ferida finda que não tem cura.
Deixo-lhe toda a culpa!
Tu eres o culpado!
A culpa é tua! Tua culpa!
Culpado!
Por não colher o cupido...
Soluce, balbucie, mas não cuspa!