De amor vive um poeta,
Do gozo das letras o vive,
Vive assim o poeta,
Das palavras nunca ditas que me expressam,
Do ventre, prenhe que compreende
O que prende?
O ímpiedoso coração.
A legítima inspiração! De um não poeta,
É aquela que nunca será correta,
Pois transpira o amor de uma maneira incerta.
Do gozo das letras o vive,
Vive assim o poeta,
Das palavras nunca ditas que me expressam,
Do ventre, prenhe que compreende
O que prende?
O ímpiedoso coração.
A legítima inspiração! De um não poeta,
É aquela que nunca será correta,
Pois transpira o amor de uma maneira incerta.
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